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Ocorrência de poliomielite associada à vacina no Brasil, 1995 a 2001
Eduardo Souza Teixeira-Rocha
,
Eduardo Hage Carmo
,
José Tavares-Neto
Vol 18(1) Julio / July 2005 21-24
Abstract:
English
Português
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ABSTRACT
OBJECTIVE: To describe the occurrence of vaccine-associated paralytic poliomyelitis (VAPP) in Brazil between 1995 and 2001 and to determine the level of risk for this adverse event.METHODS: This retrospective study utilized data from acute flaccid paralysis investigation and notification records from the Ministry of Health in Brazil. Cases were defined as individuals with a diagnosis of acute flaccid paralysis and a positive stool culture or sequelae compatible with poliomyelitis appearing up to 60 days after the beginning of motor impairment. Also included were individuals in any age range who had contact with vaccinated persons between the 4th and 40th day before the onset of the disease and who developed motor impairment between 4 and 85 days after this contact. Risk was calculated as the ratio between the number of cases and the respective number of doses given in a year, according to the National Immunization Program.
RESULTS: Ten cases of VAPP were recorded in the period. The mean age of the cases was 4.7 months. Four cases were associated with the first dose, four with the second dose, and two cases were attributed to contact. In two cases type 1 virus was identified; in one case, type 2; and in three cases, type 3. More than one serotype was isolated in four cases. In all 10 cases the serotype was determined. The observed risk for VAPP during the period studied was 1:5.11 million when considering only the first dose and 1:10.67 million for all the doses.
CONCLUSION: The main technical and ethical dilemma of the post-poliomyelitis elimination stage is the occurrence of paralytic cases that result from the vaccine policy itself, whose objective is the eradication of polio.
Keywords: Risk; poliovirus vaccine, oral; Brazil.
RESUMO
OBJETIVO: Descrever a ocorrência de poliomielite associada ao vÃrus vacinal no Brasil de 1995 a 2001 e determinar o risco observado para esse evento adverso. MÉTODOS: Este estudo retrospectivo utilizou os dados das fichas de investigação de notificações de paralisias flácidas agudas do Ministério da Saúde do Brasil. Foram considerados como casos os indivÃduos com diagnóstico de paralisia flácida aguda com isolamento de vÃrus vacinal nas amostras de fezes ou seqüela compatÃvel com poliomielite até 60 dias após o inÃcio da deficiência motora. Também foram incluÃdos os indivÃduos em qualquer faixa etária que mantiveram contato com indivÃduos vacinados entre 4 e 40 dias antes do inÃcio da doença e que desenvolveram deficiência motora entre 4 e 85 dias após esse contato. O risco foi calculado como a razão entre o número de casos e as respectivas doses aplicadas por ano, conforme o Programa Nacional de Imunização.RESULTADOS: Foram registrados 10 casos de pólio associada ao vÃrus vacinal no perÃodo. A média de idade foi de 4,7 meses. Quatro casos foram associados à primeira dose; quatro à segunda; e dois casos foram atribuÃdos a contato. Os sorotipos vacinais isolados foram o tipo 1 (dois casos); 2 (um caso); e 3 (três casos). Mais de um sorotipo foi isolado em quatro casos. Houve determinação dos sorotipos nos 10 casos. O risco observado para a poliomielite associada ao vÃrus vacinal durante o perÃodo foi de 1:5,11 milhões de primeiras doses e de 1:10,67 milhões para o total de doses.
CONCLUSÃO: A presença de casos paralÃticos provocados pela mesma polÃtica vacinal que objetiva a erradicação constitui-se no principal dilema técnico e ético da fase pós-eliminação da poliomielite.
Palavras-chave: Risco, vacina antipólio oral, Brasil.
Manejo da epilepsia na rede básica de saúde no Brasil: os profissionais estão preparados?
Li Min Li
,
Paula Teixeira Fernandes
,
Susana Mory
,
Ana Lucia Andrade Noronha
,
Hanneke M. de Boer
,
Javier EspÃndola
,
Claudio Miranda
,
Josemir W. Sander
,
Leonid Prilipko
Vol 18(4-5) Octubre-Noviembre / October-November 2005 296-302
Abstract:
English
Português
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Managing epilepsy in the primary care network in Brazil: are health professionals prepared?
Objective. To assess attitudes and beliefs concerning epilepsy held by physicians and allied health professionals who work in the primary care network in Brazil.Methods. The data were collected during a national family and community medicine conference held in Rio de Janeiro in 2004, which was attended by 1 200 health professionals from throughout the country. Two questionnaires were used, one for physicians and another for nonphysician health workers.
Results. A total of 598 conference participants (345 physicians and 253 nonphysician health professionals) completed a questionnaire. Both the physicians and the nonphysician health professionals had acceptable personal attitudes towards persons with epilepsy. According to data from 286 physicians who provided information, the estimated mean percentage of individuals with epilepsy in the populations cared for by the physiciansÂ’ health care systems in the preceding year was 0.78% (range, 0 to 8%; median = 0.37%). The estimated mean percentage of seizure-free patients was 60%. The estimated mean percentage of persons on monotherapy was 55%. The estimated mean percentage of referrals to a neurologist was 59%. The estimated mean percentage of patients who were working or studying was 56%. Of the 345 physicians, 252 of them (73%) reported not feeling confident about managing individuals with epilepsy, whereas 84 (24%) felt confident, and 9 (3%) were not sure. Of the 252 physicians who did not feel confident, 226 (90%) said that they would participate in a training program to improve the quality of the care provided to individuals with epilepsy.
Conclusions. The professionals participating in the study indicated that the primary care system has the essential elements needed to provide comprehensive epilepsy care, including professional personnel who want to improve their skills. However, establishing an efficient, effective program of epilepsy management in the primary care network will require an effective referral network, regular distribution of antiepileptic drugs, the close monitoring of epilepsy management by using the federal primary health information system, and the ongoing education of health professionals, with emphasis on psychological support and the inclusion in society of individuals with epilepsy.
Key words Epilepsy, attitude of health personnel, stereotyping, Brazil.
Objetivo. Identificar a percepção quanto à epilepsia dos profissionais médicos e não-médicos
que atuam na rede básica de saúde no Brasil.
Método. Os dados foram coletados durante o VI Congresso Brasileiro de Medicina de FamÃlia
e Comunidade e VI Congresso de Medicina Familiar, realizados em 2004 no Rio de Janeiro,
com 1 200 participantes de todo o Brasil. Foram aplicados dois questionários, um para
os médicos e outro para profissionais não-médicos da área da saúde.
Resultados. Quinhentas e noventa e oito pessoas responderam aos questionários. Tanto os
345 médicos como os 253 não-médicos mostraram uma percepção adequada sobre a epilepsia.
A porcentagem média estimada (auto-informada) de pessoas com epilepsia na população atendida
pelos profissionais que participaram do estudo foi de 0,78% (286 respostas; 0 a 8%;
mediana = 0,37%); de pacientes com crises controladas, 60%; de pacientes em monoterapia,
55%; de médicos que encaminhavam seus pacientes para o neurologista, 59%; e de pacientes
que estavam trabalhando ou estudando, 56%. Do total de médicos, 252 (73%) informaram
não se sentir seguros no manejo de pessoas com epilepsia, enquanto 84 (24%) sentiam-se seguros
e nove (3%) não sabiam; dos 252 médicos que se sentiam inseguros, 226 (90%) disseram
que participariam de um treinamento para melhorar a qualidade do atendimento médico
na epilepsia.
Conclusão. Os profissionais que participaram do estudo, atuantes no sistema básico de
saúde, indicaram que o sistema tem os elementos fundamentais para o tratamento integral da
epilepsia. Contudo, para garantir o estabelecimento de um programa efetivo e eficiente de manejo
da epilepsia na rede básica, são necessárias: uma rede de referência e contra-referência, a
distribuição contÃnua de drogas anti-epilépticas, a monitorização do manejo da epilepsia pelo
Sistema de Informação da Atenção Básica do governo federal e a educação continuada de profissionais
de saúde, com ênfase inclusive no apoio psicológico e inserção social dos pacientes
portadores de epilepsia.
Myron Lowell Belfer
,
Luis Augusto Rohde
Vol 18(4-5) Octubre-Noviembre / October-November 2005 359-365
Abstract:
Español
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Salud mental de niños y adolescentes en América Latina y el Caribe: problemas, avances e investigación en polÃticas
La situación de la salud mental de los niños y adolescentes en América Latina y el Caribe es muy desigual, como lo son la composición étnica, los avances macroeconómicos, la estabilidad y las estructuras polÃticas, la organización social, la forma de control gubernamental sobre los servicios de salud mental, el grado de urbanización y la turbulencia polÃtica y social en los diversos paÃses. Los recursos destinados a las investigaciones y servicios clÃnicos varÃan también de un paÃs a otro. Muchos de los paÃses latinoamericanos y caribeños cuentan con programas innovadores de salud mental, pero falta coordinación en la planificación y la asignación de los recursos. En el presente artÃculo se identifican los aspectos clave relacionados con el déficit en la capacidad de estos servicios en América Latina y el Caribe. Se exponen las nuevas iniciativas dirigidas a mejorar el acceso a los servicios y a mejorar su calidad sobre la base de proteger los derechos de los pacientes, entre ellas algunos novedosos programas preventivos. Además, se describe el énfasis creciente en las investigaciones relacionadas con las polÃticas.
Facile Fernand
,
Allen G. Ross
,
Henry B. Perry
Vol 18(3) Septiembre / September 2005 178-186
Abstract:
English
Español
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Objectives. Limited information is available regarding the causes of under-five mortality in
nearly all of the countries in which mortality is the highest. The purpose of this study was to
use a standard computerized protocol for defining the leading causes of death among children
in a high-mortality rural population of Haiti and to highlight the need for similar studies elsewhere
in Haiti and throughout the high-mortality areas of Latin America and the Caribbean.
Methods. In 2001 a standardized, closed-ended verbal autopsy questionnaire endorsed by
the World Health Organization was administered to a representative, population-based sample
of the mothers or other caregivers of 97 children who had died before reaching 5 years of
age between 1995 and 1999 in the service area of the Albert Schweitzer Hospital, which is located
in the rural Artibonite Valley of Haiti. With the data from the questionnaires we used a
computerized algorithm to generate diagnoses of the cause of death; the algorithm made it possible
to have more than one cause of death.
Results. Acute lower respiratory infection (ALRI) was the leading diagnosis, present in
45% of all under-five deaths, followed by enteric diseases, present in 21% of deaths. Neonatal
tetanus, preterm birth, and other early neonatal causes unassociated with ALRI or diarrhea
were present in 41% of the neonatal deaths. Among children 1–59 months of age, ALRI was
present in 51% of the deaths, and enteric diseases in 30%. Deaths were concentrated during
the first few months of life, with 35% occurring during the first month. Among the neonatal
deaths, 27% occurred on the first day of life, and 80% occurred during the first 10 days of life.
Conclusions. In the Albert Schweitzer Hospital program area—and presumably in other
areas of Haiti as well—priority needs to be given to the prevention of and the early, effective
treatment of ALRI, diarrhea, and early neonatal conditions. This study points to the need for
more, similar standardized assessments to guide local, regional, and national programs.
La evaluación de las causas de mortalidad en niños menores de cinco años en la zona rural atendida por el Hospital Albert Schweitzer de HaitÃ
Objetivos. Hay poca información acerca de las causas de mortalidad en niños menores
de cinco años en casi todos los paÃses donde la mortalidad alcanza las cifras más
altas. El objetivo del presente estudio fue usar un protocolo computadorizado estandarizado
para determinar cuáles son las principales causas de muerte entre los niños
de una zona rural de Haità que tiene tasas de mortalidad elevadas, asà como llamar la
atención a la necesidad de realizar estudios semejantes en otros lugares de Haità y en
todas las zonas de América Latina y el Caribe donde la mortalidad es alta.
Métodos. En 2001 se administró un cuestionario estándar de autopsia verbal a base
de preguntas cerradas, respaldado por la Organización Mundial de la Salud, a una
muestra poblacional representativa de las madres o guardianes de 97 niños que habÃan
fallecido entre 1995 y 1999 antes de cumplir los 5 años de edad en la zona atendida
por el Hospital Albert Schweitzer, situado en el valle rural de Artibonita en
HaitÃ. Los datos obtenidos mediante los cuestionarios permitieron crear un algoritmo
computadorizado para generar los diagnósticos asociados con la causa de muerte. El
algoritmo daba cabida a más de una causa de muerte.
Resultados. La infección respiratoria baja (IRB) fue el diagnóstico más frecuente, habiéndose
encontrado en 45% de las defunciones de niños menores de 5 años. Le siguieron
las enfermedades entéricas, que se hallaron en 21% de los casos. El tétanos
neonatal, el nacimiento prematuro y otras causas neonatales tempranas que no se asociaban
con una IRB ni con diarrea estuvieron presentes en 41% de los casos de muerte
neonatal. Entre los niños de 1 a 59 meses de edad, se encontró el diagnóstico de IRB
en 51% de los casos de defunción y el de alguna enfermedad entérica en 30%. Las defunciones
se produjeron eminentemente en los primeros meses de vida, con 35% de
ellas durante el primer mes. De las muertes neonatales, 27% tuvieron lugar durante el
primer dÃa de vida, y 80% en los primeros 10 dÃas después de nacer.
Conclusiones. En la zona abarcada por el programa del Hospital Albert Schweitzer,
y probablemente también en otras zonas de HaitÃ, hay que darles prioridad a la prevención
y al tratamiento temprano y eficaz de las IRB, la diarrea y los trastornos propios
del perÃodo neonatal temprano. Este estudio apunta a la necesidad de llevar a
cabo más evaluaciones estandarizadas de igual naturaleza para orientar las actividades
de los programas locales, regionales y nacionales.
Global child survival initiatives and their relevance to the Latin American and Caribbean Region
Cesar G. Victora
,
Fernando C. Barros
Vol 18(3) Septiembre / September 2005 197-205
Abstract:
English
Español
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We review two series of papers published by The Lancet: the Child Survival Series (2003) and the Neonatal Survival Series (2005). Both series drew attention to the nearly 11 million annual deaths of children under the age of five years, and to the fact that almost 4 million of these deaths occur in the first month of life. We show that two thirds of these deaths could be prevented through universal coverage with existing, low-cost interventions that are failing to reach most children in the world. The series also highlighted the importance of reducing inequities both between and within countries. The relevance of these series to Latin America and the Caribbean is examined. Although substantial progress has been made in reducing mortality and improving coverage, two major challenges remain: how to improve the quality of health interventions, and how to reach the most disadvantaged children in the Latin American and Caribbean Region.
Iniciativas para mejorar la supervivencia infantil y su importancia en la Región de América Latina y el Caribe
Hemos revisado dos series de trabajos publicados en The Lancet: la Serie sobre Supervivencia Infantil (2003) y la Serie sobre Supervivencia Neonatal (2005). Ambas dirigen la atención hacia la defunción de casi 11 millones de niños menores de cinco años anualmente en el mundo, asà como al hecho de que casi 4 millones de ellas tienen lugar durante el primer mes de vida. Demostramos que dos terceras partes de estas defunciones se podrÃan evitar si todos los niños, sin excepción, tuvieran cobertura con intervenciones que ya existen pero que en muchos paÃses no están al alcance de la mayor parte de los niños. Las series también resaltaron la importancia de reducir las faltas de equidad, tanto entre paÃses como dentro de un mismo paÃs. Aunque ha habido notables adelantos en lo que respecta a la reducción de la mortalidad y al mejoramiento de la cobertura, aún quedan por delante dos retos importantes: cómo mejorar la calidad de las intervenciones de salud y cómo alcanzar a los niños más desfavorecidos en la Región de América Latina y el Caribe.
Palabras clave Mortalidad infantil, factores socioeconómicos, América Latina.
Michel William Nazar
,
Isabela Almeida Pordeus
,
Marcos Azeredo Furquim Werneck
Vol 17(4) Abril / April 2005 237-242
Abstract:
English
Español
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Dental waste management in municipal health clinics in Belo Horizonte, Brazil
OBJECTIVE: To investigate whether municipal health clinics in the city of Belo Horizonte, Brazil, comply with the legal requirements for managing dental wastes.
METHOD: We collected information from 54 of the city's 105 municipal health clinics that provide dental care. At each clinic we interviewed the clinic manager, one dental assistant, and one general assistant. Based on the requirements outlined in the Belo Horizonte Health Waste Management Manual, we assessed characteristics in the following three areas: (1) technical and operational (waste classification and characterization, minimization, segregation, pretreatment, conditioning, collection and internal and external transportation, and external storage); (2) general and organizational (inspection, amount of clinic space, environmental permits, floor plan showing waste-generating areas, and whether the clinic had a technical specialist responsible for managing the health wastes); and (3) human resources (employee vaccination records and oversight, occupational safety and occupational medicine program, environmental risk prevention program, medical oversight and occupational health program, hospital (clinic) infection control committee, and training in health waste management).
RESULTS: The clinics produced an average of 270 liters of solid waste per day. None of the clinics surveyed had a plan for managing health wastes. The only requirements with which all the clinics complied were: segregation of needles and mercury, adequately identified cardboard containers used for disposal of cutting and piercing items, and daily internal collection and transportation of wastes.
CONCLUSIONS: When the risks associated with each class of waste have not been established, all the wastes should be considered potentially dangerous. Further, a law by itself does not guarantee that the public's health will be protected. Before public agencies impose legal requirements, it is necessary to know if the agencies themselves are capable of enforcing those requirements. Any proposed waste management legislation should be based on scientific research.
Keywords: Waste management; legislation, medical; dental waste; Brazil.
OBJETIVO: Verificar a conformidade do processo de gerenciamento dos resÃduos sólidos odontológicos pelas unidades básicas de saúde da rede municipal de Belo Horizonte frente à legislação vigente.
MÉTODO: Foram avaliadas 54 unidades básicas de saúde das 105 unidades da rede municipal que prestavam atendimento odontológico. Em cada unidade, foram entrevistados o gerente, um atendente de consultório dentário e um auxiliar de serviços gerais. Com base nos requisitos estabelecidos pelo Manual de Gerenciamento de ResÃduos de Serviços de Saúde de Belo Horizonte, foram avaliados os seguinte aspectos: técnicos e operacionais (classificação e caracterização dos resÃduos, processos de minimização, segregação, tratamento prévio, acondicionamento, coleta e transporte internos e externos e abrigo externo); gerais e organizacionais (fiscalização, área construÃda, licenciamento ambiental, planta baixa com discriminação das áreas geradoras de resÃduos e presença de responsável técnico); recursos humanos (registro e controle de vacinação dos trabalhadores, programa de segurança e medicina do trabalho, programa de prevenção de riscos ambientais, programa de controle médico e saúde ocupacional, comissão de controle de infecção hospitalar e treinamento em manejo de resÃduos de serviços de saúde).
RESULTADOS: Cada unidade básica de saúde gerava uma média de 270 litros de resÃduos por dia. Nenhuma possuÃa um plano de gerenciamento de resÃduos de serviços de saúde. Os únicos itens em conformidade com a legislação em todas as unidades foram: as agulhas e o mercúrio eram segregados; eram utilizados recipientes de papelão resistente com simbologia adequada para acondicionamento dos resÃduos perfurocortantes; e a coleta e transporte internos de resÃduos eram feitos diariamente.
CONCLUSÃO:  Enquanto não forem estabelecidos os riscos reais de cada classe de resÃduos, todas deveriam ser consideradas como potencialmente perigosas. Por outro lado, uma lei em vigor por si só não garante que a saúde da população está protegida. Antes de impor exigências legais, é preciso verificar até que ponto os órgãos públicos estão preparados para cumpri-las. A realização de pesquisas sobre gerenciamento de resÃduos é importante para fundamentar a legislação.
Â
Gravidez na adolescência e exclusão social: análise de disparidades intra-urbanas
Cristina Maria Duarte
,
Vânia Barbosa Nascimento
,
Marco Akerman
Vol 19(4) Abril/ April 2006 236-243
Abstract:
English
Português
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Adolescent pregnancy and social exclusion: analysis of intra-urban disparities
Objective. To compare adolescent mothers living in four areas with different degrees
of social exclusion in the city of Santo André, São Paulo, Brazil, in terms of the
mothersÂ’ schooling, the birth weight and gestational age of their babies, and the specific
fertility rate of each of the four areas in 1998.
Method. An ecological cross-sectional study was carried out with 1 314 adolescent
girls. The four areas analyzed had earlier been defined in the City of Santo André Social
Exclusion/Inclusion Map. Area 1 had the highest exclusion index (worst socioeconomic
conditions), and Area 4 the lowest exclusion index (best socioeconomic conditions).
The data relating to the adolescent mothers and their children were collected
from the National Live Birth Information System, and the socioeconomic data for
Santo André were obtained from the State Data Analysis System Foundation, the
Brazilian Institute of Geography and Statistics, and the cityÂ’s Social Exclusion/
Inclusion Map.
Results. Having little formal education was statistically associated with the poorest
areas. Of the infants with a birthweight < 2 500 g, 76.8% of them were born in the two
poorest areas of the city. The highest fertility rate (35.7 per 1 000 adolescents) was
found in Area 1, the area with the worst socioeconomic conditions; the lowest fertility
rate (12.1 per 1 000) was found in Area 4, the area with the best socioeconomic conditions.
The proportion of births that were premature did not differ among the four
areas (P = 0.81).
Conclusions. The results showed that adolescent girls with little schooling and a
lower socioeconomic level were more likely to give birth. Specific actions should be
promoted to prevent pregnancy in this group and to foster the social inclusion of
these adolescents and their children, providing them with opportunities to improve
their socioeconomic situation.
Objetivo. Comparar as adolescentes que residiam em quatro áreas com diferentes graus de
exclusão social no MunicÃpio de Santo André, Estado de São Paulo, em relação ao nÃvel de escolaridade,
o peso ao nascer e a idade gestacional dos bebês e as taxas de fecundidade especÃficas
de cada área no ano de 1998.
Método. Foi realizado um estudo transversal ecológico com 1 314 adolescentes. As quatro
áreas utilizadas foram as previamente identificadas no Mapa da exclusão/inclusão social da cidade
de Santo André, sendo a área 1 a de exclusão social mais pronunciada e a 4 a de menor
exclusão social. Os dados das adolescentes e de seus recém-nascidos foram coletados através do
Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC), e as informações socioeconômicas do
MunicÃpio de Santo André foram obtidas da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados
(SEADE), do Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÃstica (IBGE) e do Mapa da exclusão/
inclusão social da cidade de Santo André.
Resultados. O nÃvel de escolaridade mostrou uma relação estatisticamente significativa com
as áreas mais pobres, que concentravam o maior número de adolescentes com menos escolaridade.
Quanto à distribuição do baixo peso ao nascer, 76,8% dos bebês nascidos com < 2 500 g
encontravam-se nas áreas mais pobres da cidade. A maior taxa de fecundidade (35,7 em 1 000
adolescentes) também esteve associada às piores condições socioeconômicas, enquanto que a
menor taxa (12,1 em 1 000) foi observada na área mais favorecida. A freqüência de bebês prematuros
não foi diferente entre as quatro áreas (P = 0,81).
Conclusões. Os resultados mostram que mais adolescentes de baixa escolaridade e menor
nÃvel socioeconômico tiveram mais filhos. É necessário promover ações especÃficas para evitar
a gravidez nesse grupo e para incentivar a inclusão social dessas adolescentes e de seus filhos,
abrindo a eles perspectivas de modificar a sua condição.
Hacia un modelo de comunicación en salud pública en América Latina y el Caribe
César A. MacÃas-Chapula
Vol 18(6) Diciembre / December 2005 427-438
Abstract:
English
Español
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Objective. So far, there have been no bibliometric or scientometric studies that make it possible to examine, with quantitative, retrospective, and comprehensive criteria, the scientific output on public health in Latin America and the Caribbean (LAC). Further, the weakness of the existing information systems makes it impossible to examine the relevance, quality, and impact of this scientific output, with a view to evaluating it in terms of societal needs and existing patterns of scientific communication. This article presents the results of a bibliographic analysis of the scientific output in the area of public health in Latin America and the Caribbean. The ultimate goal of the analysis is to build a model of scientific communication in this field, to help researchers, managers, and others working in the area of public health to make decisions and choose actions to take.
Methods. We conducted a literature review in order to identify the distribution of publications on public health that were produced by LAC researchers and published in each of the LAC countries from 1980 through 2002. The review used the Literatura Latino-Americana e do Caribe em Saúde Pública (LILACS-SP) (Latin American and Caribbean Literature on Public Health) bibliographic database. That database is operated by the Latin American and Caribbean Center on Health Sciences Information (BIREME), which is in São Paulo, Brazil. We processed the LILACS-SP data using two software packages, Microsoft Excel and Bibexcel, to obtain indicators of the scientific output, the type of document, the language, the number of authors for each publication, the thematic content, and the participating institutions. For the 1980–2002 period, there were 97 605 publications registered, from a total of 37 LAC countries.
Results. For the analysis presented in this article, we limited the sample to the 8 countries in Latin America and the Caribbean that had at least 3 000 documents each registered in the LILACS-SP database over the 1980–2002 study period. In descending order of the number of publications registered, the 8 nations were: Argentina, Brazil, Chile, Colombia, Cuba, Mexico, Peru, and Venezuela. Those 8 countries were responsible for 83 054 publications (85.10% of the total of 97 605 registered documents produced by the 37 LAC countries). Of those 83 054 publications from the 8 countries, 56 253 of them (67.73%) were articles published in scientific journals and 24 488 were monographs (29.48%). The proportion of works produced by two or more coauthors was relatively high (56.48%). The 56 253 articles appeared in a total of 929 different journals. Of the 929 journals, 91 of them published at least 150 articles over the study period. In descending order, LAC journals with the largest number of articles on public health were: Revista de Saúde Pública (Brazil); Cadernos de Saúde Pública (Brazil); Revista Médica de Chile; Archivos Latinoamericanos de Nutrición (Venezuela); and Salud Pública de México. The 91 journals that published at least 150 articles represented 29 different specialties. The most common of the specialties for the 91 journals were general medicine (18 journals) and pediatrics (10 journals). In descending order, the populations that the publications dealt with primarily were human beings in general, females, males, and adults; and, in descending order, a relatively small number of publications dealt with pregnant women and middle-aged or elderly persons. The topics most often covered in the publications were risk factors, health policy, and primary health care, as well as family doctors in the case of Cuba.
Conclusions. This research produced a preliminary model of communications in public health in LAC countries that will hopefully help lay the groundwork for further research to develop a model of scientific communication in LAC nations.
Objetivo. No existen estudios bibliométricos ni cienciométricos que permitan examinar con un criterio cuantitativo, retrospectivo e integral la producción cientÃfica sobre salud pública en América Latina y el Caribe. Además, las carencias de los sistemas de información existentes no permite examinar la pertinencia, calidad e impacto de la producción cientÃfica con miras a evaluarla en función del cumplimiento de determinadas exigencias sociales y del patrón de comunicación cientÃfica existente.
El propósito de este trabajo es presentar los resultados de un análisis bibliográfico sobre la producción cientÃfica en el área de salud pública en la Región de América Latina y el Caribe. El objetivo final del análisis es construir un modelo de comunicación cientÃfica en este campo que sirva de apoyo para que investigadores, gestores y trabajadores de la salud pública puedan tomar las decisiones y las acciones necesarias.
Método. El método utilizado consistió en una revisión bibliográfica de la base de datos LILACS-SP para identificar la distribución de las publicaciones sobre salud pública generadas por cada paÃs en el perÃodo comprendido entre 1980 y 2002. Los datos obtenidos se procesaron con Microsoft Excel (2000) y Bibexcel (2001), para obtener indicadores de la producción cientÃfica, el tipo de documentos publicados, el idioma, el número de autores por publicación, el contenido temático y las instituciones participantes. Para efectos del presente trabajo, la muestra se limitó a los ocho paÃses que arrojaron una producción de documentos superior a los tres mil registros durante el perÃodo de estudio. Estos paÃses fueron, en orden descendente de cantidad de registros: Brasil, Chile, México, Argentina, Venezuela, Colombia, Perú y Cuba. En conjunto, representan 85,10% del total de la producción.
Resultados. Los datos recabados ayudaron a establecer las bases de un modelo de comunicación cientÃfica en el área de salud pública, caracterizado principalmente por los elementos señalados a continuación. Treinta y siete paÃses participaron con 97 605 documentos en el perÃodo de 1980–2002. La mayor parte de los registros aportados por esas ocho naciones correspondió a artÃculos publicados en revistas cientÃficas (67,73%) y a monografÃas (29,46%). La proporción de trabajos firmados por dos o más autores fue relativamente alta, de 56,48% entre los registros analizados. La producción correspondiente a artÃculos cientÃficos (56 253) se distribuyó entre 929 diferentes tÃtulos de revistas. Las revistas con mayor producción, en orden descendente, fueron: Revista de Saúde Pública; Cadernos de Saúde Pública, Revista Médica de Chile, Archivos Latinoamericanos de Nutrición y Salud Pública de México. La clasificación temática de las revistas participantes se distribuyó en 29 diferentes especialidades, principalmente de las áreas de medicina general y pediatrÃa. La producción consiste principalmente en estudios en seres humanos en general y, en orden descendente, de sexos femenino y masculino y de edad adulta; en menor proporción, en embarazadas y personas de edad mediana o ancianos. En el ámbito regional, el contenido de la producción coincide en aspectos como factores de riesgo, polÃticas de salud y atención primaria de la salud. Se identifica una preponderancia de ciertas áreas temáticas entre los paÃses participantes, como el de los médicos de familia en Cuba.
Conclusiones. Se obtuvo un modelo preliminar de comunicación en salud pública en América Latina y el Caribe que se espera ayude a sentar las bases para una mayor investigación orientada hacia el desarrollo de un modelo de comunicación cientÃfica en el área.
Mortalidade por doenças cardiovasculares em três estados do Brasil de 1980 a 2002
Gláucia M. M. de Oliveira
,
Carlos H. Klein
,
Nelson A. de Souza e Silva
Vol 19(2) Febrero / February 2006 85-93
Abstract:
English
Português
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Mortality from cardiovascular diseases in three Brazilian states from 1980 through 2002
Objective.To evaluate and compare adult mortality from diseases of the circulatory system (CDs), especially ischemic heart disease (IHD) and cerebrovascular disease (CVD), from 1980 through 2002 in the Brazilian states of Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, and São Paulo and their capital cities (respectively Rio de Janeiro, Porto Alegre, and São Paulo), taking into account the impact of deaths due to ill-defined causes on mortality rates.Method.We estimated mortality rates (crude and adjusted by age and sex) from CDs overall and from IHD and CVD among individuals aged 20 years or older. These rates were weighted with a portion of the deaths from ill-defined or unknown causes, in the same proportion as deaths from CDs, IHD, and CVD in relation to deaths overall, excluding deaths from ill-defined causes. Using linear regression models, we also estimated the mean values of and annual differences in the weighted adjusted mortality rates. The reference population was that of the state of Rio de Janeiro in 2000.
Results.The annual decline in the weighted adjusted mortality rates from CDs ranged from –13.1 per 100 000 individuals in the state of Rio de Janeiro to –8.7 per 100 000 in the city of São Paulo. For IHD, the annual declines were greatest in the city of Rio de Janeiro (–5.0 per 100 000) and the state of Rio de Janeiro (–4.5 per 100 000), and smallest in the state of Rio Grande do Sul (–2.8 per 100 000) and the city of São Paulo (–2.7 per 100 000). With CVD, the range that was found extended from –6.5 per 100 000 in the state of Rio de Janeiro to –2.9 per 100 000 in the city of Porto Alegre.
Conclusion.The decreases in weighted adjusted mortality rates from CDs, IHD, and CVD occurred after 1980, so it is unlikely that the declines resulted from controlling risk factors or from the practice of myocardial revascularization. The decreases might be related to a period of strong economic development preceding the declines, which translated into improved living conditions and reduced exposure to infections in the perinatal period and childhood.
Objetivo. Avaliar e comparar a mortalidade de adultos por doenças do aparelho circulatório (DAC), especialmente doenças isquêmicas do coração (DIC) e doenças cerebrovasculares (DCBV), no perÃodo de 1980 a 2002 nos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo e em suas capitais, levando em consideração o impacto dos óbitos por causas mal definidas nas taxas de mortalidade.
Métodos. Foram estimadas as taxas de mortalidade (brutas e ajustadas por sexo e idade) por DAC, DIC e DCBV em indivÃduos com 20 ou mais anos. Essas taxas foram compensadas com parte dos óbitos por causas mal definidas, na mesma proporção dos óbitos por DAC, DIC ou DCBV em relação a todos os óbitos, excluÃdos os mal definidos. Também foram estimadas as médias e diferenças anuais das taxas de mortalidade compensadas e ajustadas com modelos de regressão linear. A população padrão foi a do Estado do Rio de Janeiro em 2000.
Resultados. O declÃnio anual das taxas compensadas e ajustadas de mortalidade por DAC em 100 000 habitantes variou de –13,1 a –8,7 no Estado do Rio de Janeiro e no MunicÃpio de São Paulo, respectivamente. Nas DIC, o declÃnio anual foi maior no MunicÃpio e no Estado do Rio de Janeiro (–5,0 e –4,5, respectivamente), e menor no Estado do Rio Grande do Sul e no MunicÃpio de São Paulo (–2,8 e –2,7, respectivamente). Nas DCBV, a variação observada foi de –6,5 a –2,9 no Estado do Rio de Janeiro e em Porto Alegre, respectivamente.
Conclusão. Tendo em vista que o declÃnio nas taxas de mortalidade compensadas e ajustadas por DAC, DIC e DCBV ocorreu depois de 1980, é pouco provável que tenha resultado do controle dos fatores de risco e implementação da revascularização do miocárdio. Essa queda poderia estar relacionada ao desenvolvimento econômico acentuado que a precedeu, com conseqüente melhoria das condições de vida e redução da exposição a infecções no perÃodo perinatal e na infância.
Variabilidad genética del virus de la fiebre amarilla en Brasil
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Vol 16(5) Noviembre / November 2004 357-358
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